quarta-feira, 12 de junho de 2013

Pela metade não me interessa...

Não me prende quem não olha nos olhos me passando verdade,
Não me agrada sentir que está sendo feito tudo por fazer, não agrada!

Quero o tangível, algo que eu possa segurar em mãos e dizer que é meu ou fui eu que realizei.
Quero o verdadeiro.

Se eu te busco em outros olhares, no meio de tanta gente, é porque sempre achei que era muito mais forte o que nos unia.

Não quero apenas um “oi, tudo bem?”. Quero um abraço, quero seu carinho.
Espero por tanto tempo para o reencontro e quando acontece essa volta, nada parece aquecer incendiar seu coração.

Sinto falta, falta de tudo o que fomos, e éramos pra ser, uma pergunta sem resposta, palavras mal faladas e escolhas erradas no momento certo.

Se eu deixo um pouquinho de você cair em cada tropeço pelos buracos na vida, é porque está desconfortável demais, tentar te carregar sem que você queira vir.
.
Os ombros pesam, os olhos fecham e o baque é frontal com o chão, de cara na rua para todos olharem pra mim e minha derrota com você nos braços.

Levanto-me pego o que restou e sem pretensão de reconstruir o que sobrou vou levando.
Esperando o dia que seja mais fácil pra você do que pra eu tentar reaver algo que um dia existiu.


Em meio às lembranças levo minha vida, focado no que me enaltece no que realmente eu sei que sou bom, já que se for pela metade, não tem porque amar.


quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

...

A vida é muito curta para ser pequena, para ser vivida sem conquistas ou sonhos realizados,
muito curta para amores não correspondido ou amizades desfeitas.
A vida é curta, tão curta quanto um sopro, um carinho,
curta demais para não entrelaçar os dedos.
A vida é um pontinho, é algo que encolhi, encolhi e desaparece.
A vida se estende quando se declaramos, quando assumimos que alguém é importante,
quando beijamos a testa da mãe, quando vivemos um momento único no meio do nada com os amigos.
A vida se renova quando perdoamos, quando pedimos perdão.
Mas a minha renovação pessoal não é por perdoar ou estar pedindo perdão, a renovação de vida que procuro é para que nunca mais eu tenha que pedir ou ouvir alguém pedir perdão.
Viver em paz comigo e com os outros...

segunda-feira, 2 de julho de 2012

Hoje acordei mais Will...



Hoje acordei enrolado usando a saudade como cobertor, levantei, me lavei de esperança e saudei o dia.
Hoje estou com muitas saudades, do que vive e de tudo, o que ficou por fazer ou dizer...
Mas tenho a esperança de uma criança e o olhar de quem possui o tempo nas mãos,
Aprendendo que abaixar a cabeça quando necessário é primordial, carregando a coragem para levantá-la quando não existir forças...
Hoje sou mais Will que ontem e menos do que posso ser amanhã.
Cambaleando com as doses da vida, caindo com as dores do mundo, me reerguendo com a ajuda de quem me acompanha.

sábado, 7 de janeiro de 2012

Sabe quando você olha, vê a pessoa, mas entende que aquilo ali agora é só carcaça, o que havia de bom virou pó...

sábado, 31 de dezembro de 2011

AMIGOS



Tenho amigos que não sabem o quanto são meus amigos...
Não percebem o amor que lhes devoto e a absoluta necessidade que tenho deles. 


A amizade é um sentimento mais nobre do que o amor, eis que permite que o objeto dela se
divida em outros afetos, enquanto o amor tem intrínseco o ciúme, que não admite a rivalidade. 


E eu poderia suportar, embora não sem dor, que tivessem morrido todos os meus amores, mas
enlouqueceria se morressem todos os meus amigos! 


Até mesmo aqueles que não percebem o quanto são meus amigos e o quanto minha vida depende de suas existências... 


A alguns deles não procuro, basta-me saber que eles existem. Esta mera condição me encoraja a seguir em frente pela vida. 


Mas, porque não os procuro com assiduidade, não posso lhes dizer o quanto gosto deles. 


Eles não iriam acreditar! Muitos deles estão lendo esta crônica e não sabem que estão incluídos na sagrada relação de meus amigos. 


Mas é delicioso que eu saiba e sinta que os adoro, embora não declare e não os procure.
E às vezes, quando os procuro, noto que eles não têm noção de como me são necessários, de
como são indispensáveis ao meu equilíbrio vital, porque eles fazem parte do mundo que eu,
Tremulamente construí.



E se tornaram alicerces do meu encanto pela vida. Se um deles morrer, eu ficarei torto para um lado. 
Se todos eles morrerem, eu desabo! 

Por isso é que, sem que eles saibam, eu rezo pela vida deles.
E me envergonho, porque essa minha prece é, em síntese, dirigida ao meu bem estar.

 Ela é, talvez, fruto do meu egoísmo. 

Por vezes, mergulho em pensamentos sobre alguns deles.
Quando viajo e fico diante de lugares maravilhosos, cai-me alguma lágrima por não estarem junto de mim, compartilhando daquele prazer... 


Se alguma coisa me consome e me envelhece
é que a roda furiosa da vida não me permite ter
sempre ao meu lado, morando comigo, andando comigo, falando comigo, vivendo comigo, todos
os meus amigos, e, principalmente os que só desconfiam ou talvez nunca vão saber que são
meus amigos! 


"A gente não faz amigos, reconhece-os".

quarta-feira, 16 de novembro de 2011



Um dia você vai encontrar alguém que te lembre todos os dias que a vida é feita para ser vivida. Alguém que é perfeito de tão imperfeito. Alguém que não desista de você por mais que você tente afastá-lo. Naquele dia que você não estiver procurando por ninguém, naquele dia que você não ia sair de casa e acabou colocando a primeira roupa que viu pela frente. Quando você não estiver procurando, você vai achar aquela pessoa que faz você sentir que poderia parar de procurar. (Caio Fernando Abreu)

quarta-feira, 2 de novembro de 2011


"Eu sei que eu abri mão de várias oportunidades. Sei que fiz pouco caso do amor que me entregaram de maneira pura e gratuita, só porque eu achava que podia encontrar coisa melhor. Se as pessoas estão sempre indo e vindo, eu só queria alguém minimamente eterno em sua duração, que me fizesse parar de achar normal essa história de perder as pessoas pela vida. Vou embora querendo alguém que me diga pra ficar." 

Verônica H.
(Andréa Machado)

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

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"O que guardo para mim, está estampado, escrito em Negrito, mas meus óculos escondem o que não preciso dizer..." @will_tio

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Loucos e Santos

Escolho meus amigos não pela pele ou outro arquétipo qualquer, mas pela pupila.
Tem que ter brilho questionador e tonalidade inquietante.
A mim não interessam os bons de espírito nem os maus de hábitos.
Fico com aqueles que fazem de mim louco e santo.
Deles não quero resposta, quero meu avesso.
Que me tragam dúvidas e angústias e agüentem o que há de pior em mim.
Para isso, só sendo louco.
Quero os santos, para que não duvidem das diferenças e peçam perdão pelas injustiças.
Escolho meus amigos pela alma lavada e pela cara exposta.
Não quero só o ombro e o colo, quero também sua maior alegria.
Amigo que não ri junto, não sabe sofrer junto.
Meus amigos são todos assim: metade bobeira, metade seriedade.
Não quero risos previsíveis, nem choros piedosos.
Quero amigos sérios, daqueles que fazem da realidade sua fonte de aprendizagem, mas lutam para que a fantasia não desapareça.
Não quero amigos adultos nem chatos.
Quero-os metade infância e outra metade velhice!
Crianças, para que não esqueçam o valor do vento no rosto; e velhos, para que nunca tenham pressa.
Tenho amigos para saber quem eu sou.
Pois os vendo loucos e santos, bobos e sérios, crianças e velhos, nunca me esquecerei de que "normalidade" é uma ilusão imbecil e estéril.

Oscar Wilde

domingo, 3 de julho de 2011

Um menino de verdade



Sentindo uma marionete do mundo real, nao se pode julgar quem nunca se sentiu assim, controlado por cordas atadas aos pulsos e deixado de lado quando o show acaba...
As cortinas se fexaram, o publico lentamente esvazia seu teatro, as luzes se apagam, mas voce ainda pode descubrir que nao é somente madeira, tinta e cordas.
Você é um menino de verdade e não precisa de fada azul para lhe dizer isso, você sente, você faz acontecer...
A vida brota dos olhos, dos seus olhos e não dos olhos dos outros para você, levante, caminhe em qualquer direção mas nao espere o tempo deteriorar seus pensamentos e fazer de ti lenha podre. Tenha apenas cuidado com a raposa, siga seus instintos e tente, busque, faça.
Ser dono do seu palco é o que melhor pode almejar. Mesmo que te esqueçam faça com que as luzes novamente se acendam, corte as cordas e faça sua historia com as suas proprias mãos.

by Will e Fe Diogo

quarta-feira, 11 de maio de 2011

tudo se vai...



O gosto que ficou nos lábios, o sorriso que se fez no rosto. O reflexo que meus olhos apresentavam, os braços que abraçavam...
Um dia se repetiu, as dores, as lágrimas e o adeus.
E mais uma vez quando este momento chegar, estarei aqui para me despedir e não olhar para trás...
E tudo se vai.

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

"O pra sempre, sempre acaba..."



Ao decorrer de nossas vidas, amigos aparecem, confiamos neles, passamos momentos maravilhosos ao lado deles, o tempo passa e eles vão se distanciando, arrumam outros amigos, assim como nós também arrumamos outros amigos.
A mesma pessoa que te queria bem ontem, hoje ja nem olha na sua cara. A mesma pessoa que te pedia conselhos, hoje nem pergunta se voce está bem.
Na vida nós temos que aprender a lidar com as mudanças, temos que aprender a nos desapegar das coisas, porque só assim conseguiremos viver o presente, conhecer coisas novas, mas, os momentos bons é o que fica do passado, bate aquela saudade, e voce se pergunta porque tudo mudou, eu digo o porque, nada é pra sempre, mesmo que a gente queira.
(Desconheço o autor)

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Em cacos...


Como em um filme de faroeste, antes dos disparos, uma bola de feno e folhas passando.
o ruído ensurdecedor do vento ao pé do ouvido, não me leva até você- por que não está mais aqui- viro e disparo, uma, duas vezes.
E o que ouço são apenas os cacos do espelho caindo ao chão, que cansado de refletir sempre o mesmo rosto, se pôs diante da minha raiva e crítica ao explodir em pedaços.
o que vejo agora é apenas moldura, clássica e nem tão bonita. Mas vazia.
Por mais que tentamos mudar o passado por termos sidos duros e rudes, estavamos certos ao nosso ver, se não há como pedir desculpas. Não repetir já é o bastante.
Algumas vezes o que as pessoas enxergam em nós é o mesmo que vejo agora, apenas uma moldura vazia e cacos no chão.
Façamos o melhor para reconstruir esse reflexo e assim,alguém possa se enxergar no brilho dos olhos vermelhos de arrependimentos deste vazio na parede.
Se cada pedaço de vidro no chão representar uma lágrima,tenho certeza que andei quebrando espelhos por aí. Mas somos apontados por quebrar, e nunca por estarmos quebrados.
E vivemos assim, despedaçados procurando alguém para refletir...

terça-feira, 9 de março de 2010

É só Saudades


Sinto falta de tantos amigos, de tanta gente, eu queria poder ter braços para unir todos mais uma vez, mas eu sou como o Horacio, braços curtinhos e olhos grandes para poder enxergar muito bem a distancia em que todos estão :[

MSN

Will    - ☮ disse:
depois de mto mto mtoooo tempo eu apareço pra vc ... com uma alma penada lhe deixo meu beijo e desapareço na luz....

ღ Cindýssima ™ ღ (F)  Bons Ventos Para Nós =D('.') diz:
*hauhauahuahauhauaha q issoo

quarta-feira, 3 de março de 2010

Está vago...


As pessoas as vezes são como os pensamentos, os devaneios. Surgem do nada, colocamos todas as nossas forças para realizar e quando menos percebemos eles já se foram...
As pessoas infelizmente são assim, vão e vão como sonhos lúdicos, lembranças de infância, mordida em maçã.
Desejo não consumido, vontade de viver.
As pessoas são assim, deixam seus lugares vagos, desaparecem...

"Id like to make myself believe
That planet earth turns slowly
It's hard to say that I'd rather stay awake when I'm asleep
Cause everything is never as it seems
(When I fall asleep)"

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Campos de Girassóis


Me lembro quando minha casa era rodeada por um campo de Girassóis, eram meus amigos, e quando chegou o inverno todos os girassóis se foram. com algum tipo de comodismo não cultivei mais nada e começaram a nascer novas plantas naquela terra, ervas daninhas, plantas rasteiras, até que eu reparei em uma parte mais elevada do terreno um tipo de planta que abraçava as arvores e como achei muito atraente, fiz questão de rodear minha casa e todas as arvores dali com aquele trepadeira. Passado algum tempo percebi que minha casa estava fria, escura e todas as arvores estavam sufocadas por aquela planta, foi quando eu resolvi voltar a cultivar minha terra novamente e não plantei apenas girassóis,foram rosas, pingos de ouro, dama da noite, alecrim, azaleias, enfim fiz um jardim daquele terreno frio. Todas as arvores sufocadas abriram-se em forma de abraço, minha casa novamente foi aquecida pelo Sol e percebi que eu poderia ter todos os tipos de plantas ao meu redor, mas sem deixar que nos sufoque, que saibamos cultivar todo tipo de amizade, que saibamos o lugar de cada um em nossa vida.

sábado, 12 de setembro de 2009

U.U

''Caminhar tão longe, e no final descobrir que não é o que deseja é frustrante.'' Duro caminho de volta para casa.

Apenas ela ..

E que fizera de tantos sonhos?

E para onde foram todos aqueles momentos passados e sonhados diante de si mesma?!

Escolhera caminhos diferentes para que não se machucassem. Mas que inútil escolha, as dores não passam quando delas se esconde, apenas aumentam e cada dia mais se torna totalmente impossível disfarça-las.

Todos aqueles dias passados em frente ao espelho não lhe resgataram, apenas ficou parada ali diante do seu mais poderoso inimigo que agora refletia alguém totalmente diferente do que vira antes.

Tudo mudara, seus gestos, suas frases, seus caminhos, e para onde foram todos aqueles sonhos ninguém sabe,sabem-se apenas que ela fora atrás deles e não voltara para contar como os resgatou ou se os resgatou.

Tudo começara quando por um acaso do destino a chuva tácita e incansável caia sobre sua cabeça. Sem qualquer escolha entrou naquele táxi, o qual mudaria sua vida para sempre.

Não estava sozinha. Ali sentado, com as mesmas perguntas no olhar estava alguém cuja feição lhe tirou os sentidos e a jogou em um mundo onde só eles sabiam onde estavam.

Pensara como poderia aquilo ser real, não haveria sentido nenhum, o que estavam presenciando.

Ele com feições rudes de quem já sofera muito, mas que escondia totalmente e sabia disfarçar como ninguém mais poderia.

Ela com face delicada, já molhada pela chuva que caia lá fora,com olhos esperançosos e uma vida toda pela frente,mas que naquele momento esquecera de respirar por um segundo, quase chegando a morte,por assim dizer.

Disfarçados pelo medo de estarem caindo cada vez mais em ilusões, olhavam para frente como animais assustados sem saberem por onde começar ou se começavam.

Estava cada vez mais estreito, mais sufocado e sem saberem o que fazer trocaram apenas duas palavras:

-Olá!

-Olá! Respondera ela.

Deste simples gesto nascera um dos seres mais perigosos para ambos.

Ele saiu primeiro, pagou ao senhor o qual o conduziu até sua morada e deixando-a com um olhar vago, partiu sem dizer outras meias palavras.

Ela, descendo logo em seguida, não sabia como sair de onde estivera,suas pernas não regularam e quase caindo, sobe as escadas sem nem prestar atenção para onde estava indo.

Por que amores acontecem assim por acaso?

Por que amores realmente verdadeiros não duram o quanto deveriam durar?

O destino?

Talvez, não sabemos.

Mas naquela noite ambos não dormiram, seus olhos estagnados no momento mais insano que já estiveram, as mesmas perguntas ambicionavam saber, e as mesmas respostas sempre eram respondidas sem ao menos perceberem.

Passados dias, encontraram-se outras vezes.

Este acaso se tornara constante, os dois não eram de muitas palavras, apenas sabiam de seus sofrimentos e por um instante pareciam interessados naquilo que sentiam.

Foram constantes os momentos em que estiveram juntos, mas nunca nada além de infindáveis conversas que nunca chegavam a nenhum consenso.

Ele sempre discordara da forma humana como ela agia, a desapontara várias e várias vezes, mas isso não importava para ela e sim cada momento ali passado diante do maior mistério da sua vida.

Ela, sempre compreensiva ouvia os poucos gestos e palavras que ele dizia. Na maioria das vezes não falava nada, apenas ouvia-o como as árvores ouvem os pássaros todas as manhas.

Os dias acabaram por se tornar monótonos, sem vida como eram antes, apenas paravam para ouvir um ao outro e todos os dias os mesmos contos e histórias de vida diferentes, mas que se cruzaram sem saberem a razão disso.

Um dia, parados ali diante daquele muro erguido por tantas palavras, algo estava estranho, uma frieza, desilusão, não sabiam muito bem qual palavra atribuir ao momento inusitado, apenas sabia que nada se encontrava como haviam deixado.

Aquele momento ela sempre tivera medo e estava agora prestes a desabar, mas ele forte como uma muralha não aparentava medo algum, apenas indecisão. O último dia de todos os seus sonhos,o ultimo dia de toda sua sanidade e o primeiro dia em que ela descobrira que nada poderia durar por muito tempo.

Um aperto de mão, um adeus, e nem sequer um até logo, estes foram os últimos dias, as ultimas horas a qual ela sonhou.

Amanhecendo fez o que sempre fazia todas as manhãs,levantara,tomara café e logo saia para se encontrar mais uma vez com seu destino, mas naquele dia tudo fora diferente, os pássaros não cantavam, o ar estava parado, os carros lentos trafegavam pelas ruas e uma sensação de sufoco e aperto lhe subira a garganta, nada estava normal. Naquela manhã ele não descera, não a esperava ali como sempre fazia e em uma súbita sensação de desamparo subiu as escadas e lá estava, todos os seus medos agora se tornaram reais e as lagrimas caiam incansavelmente.

Ali estava ela, parada diante do espelho o qual depositara todos os seus sonhos e que agora se quebravam feitos flocos de neve no inverno.

E o que fizera de tantos sonhos?

Repito que ninguém sabe, apenas ela, que fora em busca de tudo aquilo que um dia construiu, que agora fora roubado de suas mãos e que hoje perdidos em algum lugar e que talvez nunca mais voltem a ser dela novamente.

Daniela Pastre

12 de setembro de 2009-

03-12 AM

terça-feira, 25 de agosto de 2009

Versos e Prosas

Conversando com uma amiga hoje sobre amizade e o quanto eu não tenho vergonha de demonstrar para meus amigos o quanto gosto deles.
Comentei que assisti o vídeo (do post anterior) que fiz, por várias vezes e o quanto eu poderia me considerar feliz, pois tenho muitas pessoas ao meu redor, e que tinha uma certeza
de que gostam de mim, do jeito que sou. Sempre há alguém faltando mas também sei que cada um deve e tem um modo de demonstrar o que sente.
Que mesmo quando eu me sentir sozinho e triste. Devo parar rever esse vídeo e me lembrar de tantas pessoas eu ajudei com uma palavra, com um gesto, com um simples silêncio ao lado.
Mesmo que eu saiba que muitas vezes denominando o dono da verdade, criei imagens e fiz errado
E da mesma forma tenho que continuar a ser homem que sou, para pedir desculpas a todos que algo de mal cometi, diretamente ou indiretamente. E realmente eu sempre tive a coragem de assumir meus erros e dar a cara a tapa.
Que todos têm um lado bom e ruim, se colocarmos atos na balança, devemos dar mais valor as coisas boas que nos fazem, ao abraço desejado, a conversa companheira, tudo de simples e benéfico.
Assim, eu deixo meu obrigado e minhas desculpas a todos meus amigos e colegas...

Boa noite a todos